quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A. ingênuo platônico

Poderia estar fitando os seus olhos
e julgando a menina que acho que você é.
Não sei
Penso que talvez eu sei
mas eu sei que, o que eu penso
pode não ser.

Mas para mim, é.

Eu realmente te encarei enquanto escrevia,
acho que te encaro o tempo todo, não só quando realmente passo por você.
Algo que por muito pensei o porquê. Encarava sem saber.

Mas é tão ingênuo, inocente, um todo intrigante
seu rosto de menina, tímida e arrogante.

O que poderia pensar, eu, sem mesmo ouvir tua voz?
Ou saber o seu nome, que lhe destina tal poder.
Minha atração
por uma carcaça que enxergo.

Droga. Eu sorri.

Um comentário: