domingo, 16 de setembro de 2012

Para qual pergunta?

 [tirem as próprias conclusões]

Desde que eu te busque com um sorriso que conjugue
os verbos que compõem o brilho do sorriso e da virtude
e dizia [...] eu te queria [...] eu te amava [...] eu sabia
eu me perguntava
Se a resposta eu sabia, você sabia, que o destino nos seguia
e os versos que consomem o brilho da alegria que dizia:
eu te queria, e me queria, e nos amando
nós diriamos

que a resposta era não.

4 comentários:

  1. Altamente intrigante, questionamento para toda a semana, esse poema!
    Abraço!

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  2. Metalinguismo puro drummoniano! Sensacional, Anacleto. És um mestre do paradoxo.

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  3. Obrigado Deise e Ed!
    E não sou um mestre ~ainda~, meu caro. Espero um dia chegar la hahahaha

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